
(Foto Ilustrativa)
“Que minha solidão me sirva de companhia. Que eu tenha a coragem de me enfrentar. Que eu saiba ficar com o nada. E mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo”.
(Clarice Lispector)
Manter o sentimento de solidão pode causar doenças... e ninguém quer isso. Então é interessante que tomemos algumas atitudes quando percebermos que a solidão encheu toda a mochila que carregamos nas costas. O primeiro passo é aceitar que o sentimento está aí... vivê-lo em toda a sua intensidade... mas isso não significa que iremos segurá-lo pra sempre... ou “carregá-lo” em nossa pesada mochila pelo resto de nossa caminhada.
Aceitou!? Viveu!? Agora vamos começar a sair desse “espaço” da solidão, vamos aliviar o que nos pesa nas costas... vamos pensar nas coisas boas que têm o poder de fazer esse momento passar. Cada um de nós têm as suas coisas boas, sim!
Ah! E nesse momento de aceitação da solidão e (con)vivência com ela é interessante buscar o que a causou... e cortar esse mal pela raiz... resolver a situação. Lembre-se de que é a sua saúde mental que está em jogo; e nos queremos saudáveis, não é?
Ocupar-se com atividades diferentes também ajuda bastante. Mas sem muita cobrança... descubra formas de combater o tédio, encontre maneiras de ocupar seu tempo com atividades que lhe causem prazer... e faça tudo com muita tranquilidade... nada de atropelos e autocobrança exagerada.
E sempre é bom lembrar que fazer nada já é fazer alguma coisa. Você tem o direito de tirar um tempinho todo dia pra fazer nada, tem sim!
E... lindo e profundo este texto da nossa amada Clarice Lispector:
“Que minha solidão me sirva de companhia. Que eu tenha a coragem de me enfrentar. Que eu saiba ficar com o nada. E mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo”.
Que sua solidão seja exatamente assim!